O Absurdo humano

sexta-feira, 19 de maio de 2006




Sério! O que vou contar até parece piada, mas um amigo meu jura que teve o dialogo que vou relatar abaixo com um colega de serviço.
Bem os dois estavam dando um trampo numa boa quando o colega desse meu amigo; vamos chamá-lo de Loyde, parou com um olhar interrogativo no semblante e questionou:

Loyde – Hei, Toninho, pra você qual é o país que mais te dá nojo no mundo?
Toninho – Humm, Brasil.
Loyde – Não pó, eu to falando sério?
Toninho – É sério pô, ou vai dizer que você acha mesmo que isso aqui é um paraíso?

Loyde um tanto quanto incrédulo com a resposta encheu o peito e soltou:

- Pra mim não, o povo mais nojento desse mundo são os alemães.
- Por que? – Intrigado meu amigo Toninho perguntou
- Há! Tipo, eles são todos metidões, frios e maus.
- Como assim, quem te disse isso, você conhece algum alemão?
- Não, mas você nunca viu nos filmes? Eles são sempre os caras maus, tipo, matam todo mundo.

Diante de tanta besteira e ingenuidade restou pra meu amigo se rachar de tanto rir e tentar enfiar na cabeça de Loyde que nem tudo que passa na tv é real, pode?
Eu fico imaginado esse cara escrevendo pro Papai Noel no final do ano.
“Querido Papai Noel eu fui um bom garoto, não me meti com nenhum alemão”.
Ou na noite que antecede a Páscoa ele indo dormi mais cedo rezando pro coelho passar primeiro no Brasil, pois se passar na Alemanha antes os caras podem querer seqüestra-lo e ele vai ficar sem ovo.
Imaginem no noticiário:
“Aqui é das forças malignas alemãs, o coelho da páscoa esta em nossa posse se o quiserem vivo entreguem suas bundas pra nós”.

Para!!!

VEJA: Conto de Fadas

quarta-feira, 17 de maio de 2006


muito se vem falando das mazelas desse país, dos mandos e desmandos de nossos governantes, do descaso com que cidadãos de menor renda são tratados, de partido A e de partido B.
Não há como negar que muita sujeira rola por debaixo dos tapetes de Brasília e que o papel da imprensa não é outra se não revelar as mesmas aos olhos dos contribuintes.
Eles (a imprensa) são os vigilantes que vigiam as autoridades legais. Mas uma pergunta fica, quem vigia os vigilantes?
Essa pergunta a primeira vista pode parecer descabida, pois por que órgãos da mídia deveriam ser vigiados uma vez que são, assim reza sua cartilha, meios imparciais de informação?
Justamente por isso. Pois muitos jornalistas fazem de suas canetas armas ideológicas que levam em sua ponta bandeiras onde no lugar haveria de ter informação, destorcem palavras e mascaram verdades, ou seja, agem com parcialidade.
Campeã nesse quesito devo citar a revista VEJA, em que nos últimos tempos estampa em suas capas, de cunho pejorativo, manchetes onde suspeitas são dadas como verdades, em que entrevistados são ouvidos acusando e onde os acusados não tem espaço para se defenderem, nunca são ouvidos. Casos recentes como o do ex Ministro José Dirceu e atualmente os de suspeita de contas nos exterior do nosso presidente, provam que o que a revista faz em suas linhas é proteger um sistema elitista da direita, atacando tudo que não corresponde com seus ideais de poder, incendiando onde só havia fumaça, tudo isso de forma parcial, pois um só lado da moeda é ouvido.
A verdade por essa revista não é descoberta e sim imposta, inventada.
Será que é só nossos governantes que têm que responder por crimes de responsabilidade? Não é o ato de publicar inverdades com alcunha jornalística um ato de responsabilidade passível a alguma punição? Ou a ética na mídia é maleável, a gosto do freguês.
Para quem acha que o que escrevo aqui não passa de pura paranóia ou ma defesa descabida do atual governo deixo abaixo uma carta do embaixador da Venezuela no Brasil, Julio García Montoea dirigida a revista VEJA.




Senhor Civita,
Permita-me iniciar esta carta com o reconhecimento à tenacidade com que seus colunistas se dedicam à tarefa de impor a verdade da mídia. Nisto, tenho certeza, seriam a inveja do mesmo Joseph Goebbels. Não obstante, permita-me também lhe aconselhar que diminua o esforço para o bem da saúde mental de seus escreventes, uma vez que o mundo que lê VEJA está convencido de sua ária pureza jornalística, de que vocês, dentro do mais tradicional esquema de jornalismo conservador –tanto na técnica como no conteúdo- se sentem donos da verdade. Já sabemos, senhor Civita, que dentro de VEJA transita o dogma e a fortaleza própria do invulnerável, que qualquer coisa que esteja fora de sua linha ou do seu âmbito ideológico é errada, que vocês estão convencidos -e são capazes de morrer por isso- de que nada diferente do que escrevem pode existir fora de suas linhas.
É óbvio, senhor Civita, que VEJA é mais que uma simples revista. VEJA é um templo sem sacerdotes, ali só há deuses, pois somente os deuses geram verdades inquestionáveis. Esta condição divina é notória, por exemplo, nas fotografias que acompanham as colunas. Veja o senhor, repare bem, na postura esnobe de Tales Alvarenga, ou no olhar onipotente de Diogo Mainardi. ¡Coitado de quem entrar no âmbito de sua ira! ¡Será condenado para sempre ao inferno!
Ou não é verdade que somente eles conhecem aquilo que adoece o mundo e são capazes de condená-lo?
É, senhor Civita, também sabemos. Sabemos que a VEJA condena sem julgar, porque a verdade da mídia não requer trâmites desta índole, nem está aí para isso, não é? Digo, para julgar, porque o jornalismo –segundo ensina a filosofia da comunicação e todos os códigos da ética- não está projetado para ser juiz, senão para se dedicar à tarefa de mostrar os diversos ângulos da realidade que é apresentada ao mundo e deixar que sejam outros os que julguem.
Mesmo assim, devo confessar-lhe que também não acredito muito nisto e que estou mais próximo de admirar um jornalismo menos frio e objetivo, a um jornalismo que não transforme os fatos humanos em simples coisas de tipografia, tinta e papel. Devo confessar-lhe que, igualmente a no meu país, prefiro um jornalismo mais combativo, distante dessa ficção que denominam “objetividade jornalística” e próximo àquela pro atividade ética que já indicava John Dos Passos na sua novela Paralelo 42 –que acredito que o senhor tenha lido alguma vez-: “o anelo de todo jornalista era desentranhar o significado exato de toda mudança operada na realidade”.
Vê, senhor Civita, Dos Passos escreve “o significado exato”, nós nos perguntamos de imediato de que se trata isso? E ficaríamos órfãos de entendimento a respeito se não tivéssemos a capacidade de relacioná-lo com essa maravilhosa palavra que é “desentranhar”, que significa, dentre outras cosas, averiguar, penetrar o mais difícil e escondido de uma matéria.
Cobra uma melhor e mais digna dimensão profissional e ética com isto a tarefa jornalística, não é assim, senhor Civita? Veja, o jornalista é uma pessoa que se submerge na realidade dos fatos, esquadrinha as suas entranhas, examina os detalhes, se desliza com sigilo entre as aristas, observa atento seus diversos ângulos e os traz todos até a superfície, para dar a oportunidade de que qualquer um que passe perto de suas bordas possa senti-las e armá-las como uma realidade mais ou menos objetiva, mas principalmente humana.
E eis aqui um dos significados da palavra “desentranhar” de que mais gosto, aquele que a apresenta como um ato voluntário de desapropriação. Nada mais humano do que desapropriar-se de tudo que se tem e se conhece para entregar ao outro com a vontade ética, social e humana que possa ajudá-lo a compreender.
Lástima, senhor Civita, mas não vejo isto no olhar dos seus colunistas, pelo menos nesse que mostram as fotografias que acompanham suas colunas.
O que é bem certo é que VEJA também não crê nem pratica o contra-sentido da objetividade jornalística. O terrível é que também não responde a isto com sentido ético, porque para VEJA o mundo adoece de um mal universal: tudo o que é sensivelmente humano fede.
É por isso que entendemos esse afã por listar nomes que, repito, desde sua ária pureza jornalística, são indesejáveis, imprescindíveis, tolos, tiranos e vagabundos que devem ser exterminados para o bem do mundo que VEJA representa, um mundo uníssono, que avança na direção de um cenário globalizado de conseqüências únicas, perfeitas e sem objeção, onde uma nova religião começa a concretizar-se com rezas e acordos de compra e venda. É por isso que para vocês nosso presidente Hugo Chávez leva uma lista longa de qualificativos indesejáveis, como tirano, ditador, assassino, populista, palhaço, louco, etc, e Bush, George W. Bush, o mesmo da guerra no Iraque, é apenas um homem preocupado pela harmonia e a paz do mundo.
Pois bem, senhor Civita, nesta nova carta que agora lhe envio –e que sei que não será publicada na VEJA-, além de expressar-lhe os sentimentos acima descritos quero também aproveitar para fechar com duas coisas importantes.
A primeira é a formulação de uma queixa oficial contra sua empregada Daniela Pinheiro, quem entre a grande quantidade de mentiras que escreve no seu artigo “Com dinheiro do povo”, edição N° 1941 de 01 de fevereiro de 2006, assegura que “o embaixador da Venezuela admitiu na semana passada que é possível que Chávez assista ao desfile da Marquês de Sapucaí”, quando na realidade o que foi dito foi que era pouco provável que o presidente assistisse –mas é claro, tudo vale quando se trata de jornalistas que nã0 se apegam à objetividade, mas sim à interpretação jornalística pouco desapropriada de interesses… serão econômicos ou ideológicos? -pode o senhor sanar esta dúvida, senhor Civita?
A segunda é uma simples recomendação, e a inicio com uma pergunta: ouviu o senhor alguma vez Alfredo Brece Echenique quando se refere à posição humana do homem diante da vida e da realidade? Repare, ele disse a respeito, que “na vida, a única objetividade possível é a subjetividade bem intencionada”. Nós cremos o mesmo do jornalismo, cremos que este é o sentido exato que deve praticar-se nesta profissão frente a esse contra-sentido da objetividade a secas. Por quê? Simples. Porque o jornalismo não é um templo de deuses, mas uma praça de vizinhança.
Julio García Montoea, Embaixador da Venezuela no Brasil.
Fonte: CMI Brasil
Essa carta foi retirada do site de Marcelo Branco que cita como fonte o CMI Brasil, que significa Centro de Mídia Independente, grupo organizado que luta pela imparcialidade na imprensa mostrando o que de fato acontece pelo mundo com a lente de pessoas comuns. Para saber mais sugiro que siga o link e descubra como de fato age nossa imprensa.
Para saber melhor como a revista Veja trata das “verdades” que transitam por suas paginas sigam por aqui Revista Nova Era.

São Paulo: Cidade Sitiada



Não é novidade pra ninguém os acontecimentos neste ultimo final de semana em que criminosos, exibindo uma organização muito melhor do que a lei de direito, fizeram de uma cidade inteira reféns de sua força.
Não é novidade pra ninguém que isso um dia viria acontecer uma vez que em meu país os criminosos têm mais direito que cidadãos livres.
Envergonho-me a cada vez em que ligo a tv e vejo que minha cidade é destaque nos maiores jornais do mundo que com manchetes colossais mostram os números de uma tragédia anunciada, mas ao quais poucos dão ouvidos.
Envergonho-me quando vejo, sem poder erguer a voz, que policias têm suas mãos atadas por pessoas que se dizem defensores dos direitos humanos, mas que na verdade só fazem defender os direitos de seres desumanos que nada querem alem de dinheiro e poder a custa de qualquer sangue, seja ele de quem for.
Envergonho-me de constatar que em meu país a justiça é somente uma palavra decorativa usada por demagogos em busca de votos e quinze minutos de fama.
Pergunto a você leitor, onde esta a justiça, quando criminosos acusados de crimes hediondos saem da cadeia em o que eles chamam de indultos legais, como se a cadeia fosse um hotel pago por nós? Onde esta a justiça quando percebemos que esses mesmos criminosos levam uma vida mais confortável que as de muitos cidadãos de bem, exigindo isso e aquilo como se devêssemos algo a eles?
Pergunto-me quem será capaz de enxugar as lágrimas das mães que tiveram seus filhos mortos não só por facínoras, mas por todo um criadouro de corruptos que se tornou nosso congresso? Quem enxugara as minhas lagrimas porque faço das lagrimas dessas mães as minhas também?
Revolto-me ao ver a dança dos engravatados que de emissora em emissora se revezam demonstrando cada qual uma solução infalível para tudo que vivemos atualmente, como se a violência fosse uma novidade para o brasileiro como um todo.
Revolto-me ao constatar que temos um estado governado por um frouxo, que diz que tudo esta sob controle enquanto policiais são mortos e ônibus são queimados.
Isso tudo parece surreal demais pra você? Não se iluda e nem se espante se um dia seu telefone tocar e um tal de Marcolino se apresentar dizendo que esta ligando da cadeia pedindo um apoio para seu candidato no congresso.

A festa de aniversario do Rodrigo

segunda-feira, 15 de maio de 2006




Sábado, 13 de maio.
Esta foi à data da citada festa ai em cima do título.
Como sempre começamos os preparativos atrasados, era por volta das 8 horas da noite e batíamos os dentes de frio na varanda do dono da festa tentando decidir se jogávamos truco ou armávamos a churrasqueira.
Depois de um debate acalorado entre o japonês e eu, optamos por jogar truco e passamos a tarefa de armar a churrasqueira pra o mane que não quisesse jogar.
Como quase todo mundo queria jogar e quem não queria jogar também não queria armar a bendita churrasqueira, tomamos a decisão mais inteligente e adulta possível; deixamos de lado, porque uma hora alguém iria se preocupar de verdade e armaria a dita cuja.
Dito e feito, depois de meia hora chafurdando na jogatina, avistamos como por passe de mágica, o brilho intenso e inconfundível da danada. Há! Como é bom ver os frutos de uma boa decisão em grupo germinando.
Mas algo muito sério viria a abalar nossa confiança e companheirismo, algo desastroso para qualquer festa patrocinada pela casa do Toninho, algo que nos fez largar de imediato as cartas! Eram quase nove horas e ninguém havia comprado as bebidas, nenhuma sequer.
Nãaaaaaaaaaaao! Como puderam fazer isso, nós nos perguntamos. Como?
Enquanto olhares de culpa se cruzavam, o Toninho no alto de sua experiência em transformar qualquer festinha de criança em refinarias de álcool, logo organizou uma expedição rumo ao mercado mais próximo.
Quatro valorosos homens foram escolhidos com base em suas especialidades etílicas para a tal jornada.

Os Escolhidos

Toninho, líder da expedição, assumiu tal posto por ter percebido a falta das bebidas e por seu profundo conhecimento em tudo que tenha mais 20% de álcool.
Eu, segundo homem em comando, assumi o posto por ser um profundo conhecedor de vinhos, vodcas baratas e do poço ao qual entramos depois de tomar tudo isso junto.
Hamar, homem de apoio, assumi este cargo por se apoiar em tudo que vê que nem criança, também é grande conhecedor de bebidas baratas e era o cara que iria trazer as sacolas também.
Marconi, homem do dinheiro, assumiu tal posto por ser o cara que iria ajudar no rateio, porque afinal de contas isso não saiu barato.

A Jornada em busca das garrafas esquecidas

Uma rápida pincelada sobre a ida ao mercado.
Depois de enfrentarmos um frio ártico nos deparamos com um lugar com mais gente do que na china, e eu odeio mercado superlotado, porque sempre sou atropelado pelo carrinho de uma gorda ou acontece outra coisa desagradável como viria a acontecer...
Fomos objetivos, nos dirigimos a ala de bebidas, as pegamos e rumamos ao caixa.
Na fila pra pagar foi seduzido por um saco enorme de batatas fritas, e eu gosto de batatas fritas principalmente as que vêm em sacos enormes e melhor ainda quando vi o preço fiquei mais animado, pois era mais barato que o normal. Não pensei duas vezes, grudei no saco e esperei nossa vez. Chegando no caixa quis pagar as batatas separado das bebidas, saquei dois reais e esperei o troco. Esperei em vão, pois a tiazinha do caixa me disse que era 4,50 e não 1,50 como eu pensei que tinha visto (bem que eu achei muito barato, e aquelas mulas nem pra me avisarem!). Mas o pior não foi isso, o problema e que tivemos que ficar mofando na fila porque eu tinha cancelado o pedido (claro eu não tinha mais dinheiro, já tinha ajudando com as bebidas) e como no Brasil tudo é burocrático até mesmo ao ato de desistir de compra batatas, tivemos que esperar o chefe-tribal-geral-senhor-todo-poderoso-cancelador-de-batatas verificar e liberar o caixa de novo.
Resultado: ficaram fazendo piadinha com a minha cara.
Sempre me fodo em mercado lotado.

A festa em si

Depois de termos chegado com as bebidas, fomos aclamados como verdadeiros heróis(beleza, não foi pra tanto, mas deveríamos ter sido). O interessante foi que mais tarde um pessoal chegou com muito mais beberagem e então sim a coisa engrossou.
A noite seguia e o rock comia solto, fomos brindados com clássicos como Deep Purple e belas musicas atuais como as do Tribuzy. Na mesa de jogo a festa ia animada, até aquele ladrão do Hamar e o Ricardo entrarem na partida, tiram a mim e a meu parceiro do pário, á aquela altura já estávamos todos meio altos pra não dizer outra coisa, derramávamos bebidas na mesa até o ponto de as cartas ficarem todas molhadas, ao fundo um pessoal cantava alto as musicas do Helloween.
Resolvi dar uma passeada pelo ambiente, quando me avisaram pra não chegar perto do banheiro, haviam derramado toda a bile nojenta lá, como sempre. A novidade é que desta vez não tinha sido eu nem o Shrek ou Toninho.
Lá pelas tantas o cenário era tal que o japonês que chamamos carinhosamente de pinto pequeno, eu, o rafa e a Tatiane travamos um dialogo quente sobre teologia. Claro, todos que me conhecem sabe o que penso sobre o conceito deus, chapado a coisa esquenta mais.
Seguimos eu e a Tatiane malhando a bíblia enquanto o japonês tentava nos converter a não me lembro bem o quê. Cara! Somos os piores.
E em algum lugar alguém vomitava.
Mas em falar em piores, há certas coisas que não podem ser omitidas nesse relato sobre a festa. Algo que eu quero chamar de os “piores” da festa, segue abaixo as figuras.
Piores aqui é no sentido de terem ficado muito ruim mesmo.

OS Piores da Festa

Primeiro e por isso o pior de todos foi o Rafa, de longe o cara mais bêbado do local, abraçava todo mundo que aparecia, isso alias é comum nele quando bebe, acho que ele fica carente e sai abraçando quem vem pela frente. Sua namorada Cris (uma das garotas mais legais que conheço) tentava em vão conte-lo, detalhe ela ficou ruim também.
Momento marcante do Rafa: foi um dialogo que teve comigo:
Rafa - Cara você ta ruim!
Eu – É acho que sim, heim, mas você ta pior!!
Rafa – heita! Pode crer!

Segundo, gordinho meu parceiro no truco, ficou louco e vomitou no tanque todo.
Momento marcante do gordinho: Quando blefou em uma jogada achando que eu tinha uma mão boa quando na verdade e já tinha desistido do lance! Resultado: perdemos.

Terceiro e já vou avisando esse é foda: Mãe da Talita, que ficou esperando ela quase uma hora no lado de fora do carro, achando talvez que fossemos promover uma orgia ou sei lá o que. Detalhe que mais ou menos á uma e meia da manhã resolveu partir sem as filhas, sem ter certeza do que fazia, ou seja, foi a toa passar frio lá.
Momento marcante da mãe: seu aparecimento sem propósito.

Quarto, Eu que no outro dia, na hora em que fazia a prova da Furp, dormi ao efeito da noite insone.
Momento marcante: ser carinhosamente cuidado pela doce Diana, ela é foda!

Quinto, Toninho, que baleado dormiu feito criança no meio do mato em cima da casa dele.
Momento marcante do Toninho: dormir no meio do mato mesmo, porque isso é foda!

Quase chegaram lá, Sherk como sempre, Punk como sempre e Ozzy como sempre.

COCLUSÃO
Foi uma das melhores reuniões já promovida na casa do Jesus, fiquei contente de estar com esse pessoal de novo e como sempre, de poder rever minha querida Diana que estava sumida, da Ana que sempre me anima com suas conversas e acabo sempre acompanhando ela em casa no meio da madrugada, da Cris que sempre me acompanha nas musicas do Blind Guardian e Metallica, do Shrek que sempre faz alguma merda, como dormi por 2 horas no meio do mato (é shrek me disseram essa, seu trôpego) e de todo o resto como o gordinho vomitando na sacada e alguém pondo a mão, ierrk! E do japa que a sempre aparece por ultimo.
É isso.

Votem nulo

sexta-feira, 12 de maio de 2006


Lei 4.737 de 15 de julho de 1965
Art. 224. Se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do país nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais ou do município nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o Tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias.
O que são nulidades:
Art. 220. É nula a votação:
1. quando feita perante mesa não nomeada pelo juiz eleitoral, ou constituída com ofensa à letra da lei;

2. quando efetuada em folhas de votação falsas;

3. quando realizada em dia, hora, ou local diferentes do designado ou encerrada antes das 17 horas;

4. quando preterida formalidade essencial do sigilo dos sufrágios.

5. quando a seção eleitoral tiver ido localizada com infração do disposto nos §§ 4º e 5º do art. 135.(Incluído pela Lei nº 4.961, de 4.5.1966).
Os artigos 221 e 222 também falam em anulação de votação, mas tratam de falsa identidade, obstrução da fiscalização e outros atos que comprometam a legalidade do sufrágio (votação). Nada de voto nulo, ainda.
O artigo 175 da mesma lei define o que é um voto nulo, mas algumas dessas definições caíram em desuso com o advento da urna eletrônica. Tem porém um parágrafo desse artigo que chama a atenção:
§ 3º Serão nulos, para todos os efeitos, os votos dados a candidatos inelegíveis ou não registrados. (Parágrafo renumerado pelo art. 39 da Lei 4.961, de 4 5.66)
No site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na seção de Perguntas Frequentes, a de nº16 responde à pergunta: 16. Se 50% dos votos forem brancos ou nulos, faz-se nova eleição?
A resposta do Tribunal é:
O Código Eleitoral prevê que se mais da metade dos votos for de votos nulos, será convocada nova eleição. (Art. 224. Se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do País nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais, ou do Município nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações, e o Tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias).

Tenha noção do valor de seus atos faça como nosso amigo Danilo apoie o candidato nulo.
Anule seu voto pra não anularem sua vida.

Do site vote nulo, link ao lado.

O colorido da vida







Andando pelos recantos da grande rede é possível e bem provável encontrarmos todo tipo de gente, pensamentos, argumentos e o que mais desejar.
Não é diferente comigo. Aqui e acolá me esbarro com gente divertida, ranzinza, insípida, falando todo tipo de coisa.
A grande maioria é pra ser ignorado, mas vou fugir dessa regra motivado por um post em que vi em uma comunidade no Orkut, esse grande irmão.
O dono do mesmo dizia que se existe racismo no Brasil ele é o inverso do quê estamos acostumados, ou seja, eles vêm dos negros, classe ao qual me incluo e dava como argumento o fato de existir uma revista própria para os negros.
Não vou ficar aqui me lamentando por coisas do passado, nem mesmo porque alguém me chamou de neguinho ou coisa que o valha, são coisas sem importância.
Há muita coisa errada na questão sociedade e negros, como há bastante coisa errada na questão negros e sociedade, que são coisas diferentes como a quota pra negros da qual eu sou contra mas isso é coisa para outro post.
O importante aqui é que dizer que no Brasil não existe preconceito é um pouco demais e alem disso, dizer que publicar uma revista para negros sendo que não existe uma similar para brancos é no mínimo cegueira.
De fato não existe uma revista chamada Raça Branca, pois não se faz necessário. A maioria das revistas principalmente as de cunho feminino expõe em suas capas mulheres brancas e em seu interior fazem anúncios de produtos para mulheres brancas com modelos brancas.
Já imaginaram em quem uma jovem garota negra se espelha não tendo uma representante de sua cor e tipo nas mídias atuais? Ou as crianças que só vem apresentadoras infantis loiras?
Isso que eu digo não é nem um tipo de choradeira, nem preciso disso.Isso é uma simples constatação dos fatos, fatos esse simples de serem constatados.
As atrizes negras normalmente são relegadas papeis menores, raramente de destaque, alguns até pejorativos. Engraçado que quando um escravo tem o papel principal esse escravo é branco.
Não tenho nada contra brancos ou etnia qualquer (odeia a palavra raça, que tem raça é cachorro) sou sim é a favor da união e da mistura das mesmas, mas fechar os olhos para certas mazelas é omissão ou falta de informação.
Antes de criticarem uma revista como a “Raça” devemos entender o que a faz necessária, o porque de sua existência.
Claro existe muita coisa errada no tratamento entre nos, os próprios negros, mas creditar algo evidente em nossa sociedade somente a nos parece até piada.

Letras

Às vezes eu consigo ser bem chato, aquele cara do contra mesmo, mas certas pessoas pedem pra ser chamadas de idiotas e esse é um favor que faço com prazer.

Por que algumas pessoas na internet optam por escrever em um dialeto aborigene de difícil compreensão e acham que estão arrasando? Mais parecem um bando de altistas em uma competição de quanto mais besta melhor. Não faz sentido.

O argumento que sempre usam é de que se torna mais prático a conversação e etc... Não me entendam mal, eu sou totalmente a favor da praticidade, sou por natureza uma pessoa prática e acho que é uma vantagem que os homens levam sobres as mulheres, mulheres não são muito práticas, por isso nos fazem esperar por horas antes de saírem pra falar bom dia.
Nem mesmo sou um defensor ferrenho da “boa língua portuguesa” ela só dá lucro pro Pasquale (é assim que se escreve?).

Mas parem pra pensar, onde esta a praticidade em escrever “nauum” ao invés de não? Percebam que no forma “prática” foram usadas 5 letras onde na forma não pratica só precisamos de 3 mais o acento.

Vamos analisar a idiotice em um nível técnico.

Na frase “Seja lah o q deuxx quiser issu se resolve”

Percebam aqui que a merda da praticidade foi para o brejo. A frase começa com o verbo seja, até ai tudo bem, segue-se da palavra “lah” que quer dizer lá, e onde “lah” é mais pratico do que lá? Continuando, podemos ver o artigo “o” acompanhado o “q” que nesse caso apesar de ser esteticamente horrível e gramaticalmente errado serve ao propósito de ser prático, blz.
O próximo é deuxx, é serio apesar de ser ateu nem mesmo eu cometeria tamanho sacrilégio, onde o garrancho “deuxx” é mais pratico do que a palavra deus, novamente usamos mais palavras que o original.
Dando um salto e indo direto pra palavra “issu” constatamos que a praticidade deu lugar a pura ignorância, pois “issu” e isso usam o mesmo numero de letras.

Talvez eu esteja sendo chato de mais, pois eu mesmo por vezes uso esse sistema prático de escrita, mas só quando ele agiliza a minha vida, essa é a razão da praticidade, ou não?
Mas tem gente que inventou uma nova língua, a ponto de ficar dificílima seu entendimento.
E a palavra serve pra isso,pra nos entendermos, não é?

Obs: O exemplo acima é real, tirado de uma mensagem enviada a mim.

O Jardineiro Feliz

terça-feira, 9 de maio de 2006




Estávamos em uma daquelas conversas amenas, onde doces bobagens faziam a alegria da hora.
Ela mantinha aquele olhar sempre tão doce, distante até. Eu a encarava como sempre fazia, como sempre faço, e isso a incomodava ao mesmo tempo em que a dava prazer, me confessara algumas vezes isso.
Já tínhamos sido amantes. Hoje somos amigos íntimos e nossos lábios agora servem a outro tipo de prazer, o das pequenas confissões.
Me confessara o quanto me admirava e o pesar por coisas que não deram certo.
Me lamentei também por coisas passadas e disse que sempre a cultivei com o cuidado ao qual se cultiva uma flor.
Sorriu levemente e rebateu dizendo que o problema era que em meu jardim havia muitas flores carentes de cuidado.
Sorrimos e acabamos mudando de assunto.
Mas tenho que dizer aqui, que você se engana. Meu jardim é carente em espécies, poucos são os frutos que ali germinam, mas devo dizer que das raras flores que crescem você é a que deu os frutos mais doces e sabe o quanto sou leal aos meus amigos, não sabe?

FODA-SE

domingo, 7 de maio de 2006


Vamos dar um grando FODA-SE a "justiça" brasileira.
Vomos celebrar a hipocrisia dessa merda de país.
Hei, quando eu ficar rico vou matar um monte de gente que não gosto.
Rico não vai preso mesmo.

Minha Geração


Ok. Tudo bem eu confesso, eu sou um nerd.
Aprendi muito cedo a gostar de quadrinhos, tenho até mesmos meus personagens preferidos, adoro apetrechos eletrônicos, quando moleque enquanto os caras da minha rua se preocupavam com as rodas ultramegafudidas do carro do visinho eu colecionava revistas de informática, prefiro um livro a merda da malhação. Eu uso Linux
Claro, não sou aquele estereotipo nerd dos filmes de merda americano, na verdade a maioria não é, idiota é quem acredita nisso.
Mas a questão aqui é: Devo me envergonhar disso?
A resposta é claro que sim. Pois em um país onde as celebridades se medem pelo tamanho da bunda pensar é totalmente desnecessário.
Quem sou eu pra nadar contra a maré, quem é você?
Não sou herói, nem mesmo me inscrevi pro BBB, pois sim, aqueles é que são heróis como diz o Bial, afinal de contas conseguiram prender a atenção de milhares de pessoas, apresentado o que havia de pior em cada um. Eu nem mesmo consigo atrair meia dúzia mostrando o meu melhor apesar de não ser tão bom assim.
Alias meu melhor na verdade é o pior, sou o tipo de cara que não segue a tendência musical, ouço um monte de velharias e musica pesada e isso é um crime em um pais em que ser legal é rebolar ao som de um hit que daqui um mês ninguém mais se lembra, bem ao menos o Faustão gosta, claro ele gosta de tudo que aparece no programinha dele.
Como um nerd sem tribo o que sei eu? Com que direito eu tenho de criticar tudo ao meu redor, a tv a religião, as pessoas, a política, se o legal aqui é aceitar o que Sônia Abraão diz.
Esses sim são os reverendos de minha geração, os educadores mores. Mas eu nunca aprendo, pois sou um nerd sem essa habilidade.
Minha geração escolhe seus ídolos pela tv, aqueles a quem vão adorar até aparecer outro melhor no lugar, pois isso é pop, ser nerd com valores críticos não é nada pop.
Eu não penso.
A tv é que te ensina a pensar. Ela é quem diz o que você deve achar, vestir gostar, imitar, condenar, amar, copiar e outras coisas mais.
Eu raramente assisto a tv.
Eu nem mesmo sei o que devo ouvir.
O radio é quem diz o que devemos ouvir. Ele e os locutores, papas dessa mídia são quem dizem quais são os dez mais legais.
Eu raramente ouço ao radio.
Essa é minha geração e eu nem mesmo faço parte, sou paria nessa nova gênesis.
Minha geração já foi citada em gerações anteriores. Mas minha geração não ouviu e nem ouvirá. The Who é velho demais pra eles.

obs: A imagem acima foi retirada do site 100imagens

 
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