Eu na cozinha

sexta-feira, 5 de maio de 2006

Receita de como não se fazer uma lasanha:

Primeiro retire a massa em estado crua da caixinha, isso não requer habilidades extras, tente decifrar na mesma a maneira de faze-la, isso requer entendimento da linguagem erudita e quase incompreensível dos cozinheiros e donas de casa, depois quando achar que compreendeu o que estava escrito na caixa leve todo esse entendimento para o forno, junto claro, com a massa da lasanha espere por muito tempo, algo como até o gás acabar ou sua paciência budista explodir.
Enquanto isso prepare o recheio. Se encha de amor e cuidados e leve o molho de tomate ao fogo. Cuidado! Compre o molho pronto, pois os gênios que vendem molho não pronto se esquecem que tem gente como eu que não sabe preparar o molho e não colocam como fazer na parte de traz da lata. No meu caso tive que adivinhar.
Quando achei que o recheio, ou seja, lá como chamam estava pronto, fui dar uma olhada na massa da lasanha. Estava crua, detalhe havia passado uns 30 minutos.
Depois de mais uns vinte minutos minha paciência budista já não era mais budista e meu gás já não estava mais tão cheio como antes. Pó, a massa da lasanha é feita de que, cimento, “adamantiun”? Não estava escrito na embalagem que eu precisava de um forno industrial pra assa-la.
Bem depois de mais uns dez minutos, revele sua inferioridade diante lasanha de ferro e com toda calma do mundo jogue tudo fora, pois comer uma coisa que leva uma era inteira pra assar deve te deixar com uma pedra no rim do tamanho de uma bola.
Peça desculpas ao microondas por despreza-lo e leve a comida da noite passada até ele.
Bom apetite.

A montanha e o cigarro

quinta-feira, 4 de maio de 2006


Existe um livro chamado NO LOGO da ativista política Naomi Klein que trata da forma com as Megacorporações dominam a mente dos seus consumidores com táticas desleais de produção e venda como usam nos jovens como fantoches em prol de suas rendas e etc...
O livro é extenso, pois o assunto também é, mas todo esse calhamaço me parece desnecessário quando damos uma voltinha pelas lojas da cidade, pois tudo pelo qual o livro reza parece bastante obvio é só prestarmos atenção.
Explico melhor. Estava eu enfrentando uma fila de km em um desses mini mercados só pra pagar uma bolacha de 0.99 centavos, alias essa é outra tática cretina de venda, porque não arredondam logo pra 1 real, só pra dar a falsa sensação de estarmos pagando mais barato mesmo quando não dão a droga do troco? Eu não sei quanto a vocês, mas eu me sinto enganado com isso.
Bem, eu estava aguardando pacientemente nessa fila quando olho para um canto do supermercado e reparo em um desses cartazes de cigarros no ponto mais alto em destaque.
Aquilo me chamou a atenção. A imagem mostrava uma montanha nevada com raios de sol banhando os arredores, no fundo uma outra montanha derramava mais neve colo a baixo e em foco no chão havia um desses óculos de proteção de alpinistas e apoiado nele um maço de cigarros HOLLYWOOD.
Que imagem linda!!!! Mas espera ai! Que tem haver a aquela imagem montanhosa como a porra do cigarro?
Que dizer que se eu fumar um maço daqueles por dia terei forças suficientes pra escalar o Everest? Ou será que a sugestão na propaganda é de que eu deveria, depois de passar anos de minha vida agindo como uma chaminé, congelar meu corpo até encontrarem a cura pro câncer, lá por volta do século mil?
Mas claro, eu poderia ter uma visão menos cínica da coisa decerto o que eles querem passar na verdade é que seu ficar levando a boca aquele símbolo fálico por alguns anos de minha vida eu vou estar sim é numa fria. Hum, talvez.
Obs: Itens a ser levado em uma viagem ao Himalaia, botas, casacos, cordas, mosquetões, mantimentos, passaporte e uma caixa de cigarros Hollywood. Não conquiste o mundo sem ele.

Memorias Postumas

quarta-feira, 3 de maio de 2006

È interessante como certas memórias vem a nossa mente do nada assim, blim!!
O mais interessante é que as maiorias das pessoas se lembram de coisas legais que as edificam e as enchem de orgulho. Mas não no meu caso, pois sempre me vem a mente momentos embaraçosos que eu preferia esquecer.
E o mais interessante ainda é que isso não tem nada de interessante, a não ser pra um analista que queira fazer um estudo de caso comigo.
Mas continuando... Vez por outra me lembro e não com orgulho do dia em que fui encontrado dormindo no sofá de um amigo até ai tudo normal a não ser pelo cachorro que me acompanhava e pela noite que antecedeu o fato.
A noite em questão era de uma véspera de natal e como toda véspera de natal eu havia fugido da maioria dos parentes hipócritas que insistem em me desejar uma feliz droga de natal e fui me refugiar na casa desse amigo.
Sempre nos reunimos nessa época, não pra comemorar o natal, pois detestamos o natal, mas para dizer o quanto não gostamos do natal e para beber na falta de algo melhor pra fazer.
Claro, exageramos na bebida, e lá pelas tantas fui eu cambaleante pro banheiro provar a teoria do eterno retorno e devolver tudo aquilo que havia tomado.
Meu organismo não estava satisfeito em provar a superioridade dele sobre a minha mente então me fez ter uma dor de cabeça terrível, daquelas que faria Baco se tornar um ébrio.
Não sei porque, mas achei que se tomasse um banho ficaria melhor. Mas a lentidão do meu raciocino estava grande, só fui notar que não adiantava depois de uma hora debaixo do chuveiro.O banho mais longo de minha vida.
Com dificuldade me enxuguei, coloquei uma roupa e... bem depois só me lembro de acordar com um animal em cima de mim e pessoas ao redor olhando a derrocada de um homem e sentindo pena do animal logicamente, fiel como era mesmo eu não sendo seu dono, me fizera companhia pela noite fria e tortuosa.
Bem, como vaso ruim não quebra, passado isso eu já estou bem, mas o cachorro morreu faz uns dois anos atrás, (só pode ser atrás, morreu dois anos na frente é que não dá, eu odeio esses vícios de linguagem), mas é com orgulho que me lembro do... hã ... do... putz sério não consigo lembrar do nome (não é brincadeira) do cachorro, a verdade é que eu não ligava muito pra ele, mas agora ele faz parte do meu passado visto que não me deixam esquecer desse acontecimento.
Ele agora é um soldado desconhecido.

Merda: 1 real o kg

Alguém ai já reparou como é cheio de falta de sentido esses comerciais de celulares tais como os da Tin.
È triste como eles nos tratam de idiotas sem ao menos pedirem desculpa no final. Primeiro mostram pessoas tendo momentos felizes no parque, um outro soltando pipa com o pimpolho e folhas caindo das arvores num clima de inverno europeu e no final a pergunta que fica. O que tem haver tudo isso com a bosta do celular, com o fato de eu ter que me matar de trabalhar ao invés de poder ficar pagando de bonitão no parque pra quem sabe poder por um pouco de crédito nele?
Ou será que não entendi a proposta dos caras de que se obter um poderei ter uma vida de comercial idiota de tv, onde nada faz sentido mas te deixa contente mesmo assim?

O interessante é que os gênios que bolam essas idéias são muito bem pagos pra isso, e no final ganham até premio de marketing e tal e mais no final ainda eles terão uma vida de comercial de tv sem sentido, bancado lógico, por aqueles que engoliram a merda que eles fizeram. Sinceramente eu fico fodido (no bom sentido) quando empresas nos vende seus produtos a custa das ilusões perdidas de muitos. Mas isso é o capitalismo.
-Cliente: Por favor, gostaria de levar um celular da tin.
-Vendedor: Claro, tem algum modelo em vista?
-Cliente: Há! Sim, quero aquele, com tela colorida apesar de eu ser daltônico, e que tire foto apesar de preferir usar minha digital, com internet apesar de nem ao menos saber conecta-lo, com plano de ligações grátis para os de mesmo modelo apesar de não conhecer ninguém que tenha um igual, que toque mp3 apesar de não fazer a menor idéia do que seja isso, com gpm para o caso de eu me perder em uma improvável visita ao deserto do Saara, e claro que deixe minha vida melhor do tipo que eu vejo nos comerciais.
-Vendedor: Pois não, mas sua vida nova só tem garantia de 1 ano, enquanto isso bons passeios ao parque.

Mas em se tratando de comercias cretinos de tv, não posso deixar de citar o maior de todos.
Aquele cuja idéia é transformar todo tipo de garotinha em ninfomaníacas sedentas por sexo e garotões onãnistas em verdadeiros machos reprodutores ao simples gole de um guaraná.
O verdadeiro elixir da juventude.
Se você é um nerd, cheio de espinhas e cujo maior prazer esta em brincar com as próprias mãos, não se desespere, beba guaraná Kuait e tenha uma vida de luxurias.
Eu que não bebo nenhum tipo de refrigerante penso nisso às vezes. Alias, talvez eu promova uma orgia aqui em casa, ingredientes: Música, amigos, mulheres e claro guaraná kuat.
Vou economizar uma grana com bebidas alcoólicas, mas em compensação o que vai ter de teste de paternidade não esta escrito.

Imagem não é nada

sábado, 29 de abril de 2006


Posso dizer que conheço alguém pelo modo como essa pessoa se veste, pelas músicas que ouve, pelos filmes que vê ou amigos que tem?
O quanto do julgamento que fizer dela estará certo me baseando, claro, só nos itens acima?
O quanto dos nossos pensamentos sobre alguém é baseado em estereótipos?
Estive pensando sobre isso depois de ter lido uma matéria sobre um antropólogo (Sam Dunn) que produziu um documentário sobre a cultura do heavy metal, em que aborda as varias facetas desse estilo musical.
Estereótipos e música pesada andam juntas e falo isso com conhecimento de causa, pois há muitos anos sou fã da “música do diabo” como costumavam me falar e sei como são taxados os amantes dessa arte.
Coisas como baderneiros, drogados, rebeldes (nada há ver com a novela), satanistas e outros adjetivos mais são relacionados com o metal e tenho que dizer aqui que nunca fui nada disso e algumas das pessoas que conheço também não.
O curioso é que marcar as pessoas por rótulos é, em minha opinião, uma forma de reverência e/ou ignorância, da vontade de fazer parte de um grupo ou ser admirado no que já está, mas de forma alguma acrescenta algo ao crescimento dessa pessoa, pois que, por preconceito deixará de obter conhecimento por aquilo que despreza sem um bom motivo.
A música é uma arte apaixonante e como tudo que gera paixão é passível a discussão. A qualidade daquele ou desse estilo de música é totalmente discutível, mas não o caráter daquele que a houve, pelo menos não se baseando simplesmente em suas preferências musicais.
É no mínimo pobreza de espírito.
Por exemplo, muito se fala sobre a brutalidade de quem ouve rock e de como suas letras são umas baboseiras sem sentido e de novo por conhecimento posso dizer que pessoas que dizem isso não poderiam estar mais erradas. Nunca estive em um show em que ocorrera brigas ou muito menos morte como é de praxe acontecer com outros eventos relacionados ou não á musica, e podem apostar já estive em muitos shows. Pra quem se da ao trabalho de ler as letras de um encarte de heavy metal facilmente percebera a rica bagagem cultural da banda, com temas variando a clássicos literários (como é o caso de cd “Épica” da banda Kamelot) á historia, filosofia e arte, claro sem contar com bandas que preferem letras de protesto, mostrando que a música sim serve a causas políticas e sociais, exemplo a banda System Of Down.
Claro em todo meio existe exceção e o rock não seria diferente, mas não podemos julgar o todo por apenas uma parte. E não falo aqui só de música.
Discussão é sempre saudável, preconceito é a encarnação mais pura e feia da burrice.

De passagem

sexta-feira, 28 de abril de 2006


Eram tempos escuros,
O medo era meu guardião
As sombras; lanças certeiras,
Desabando sobre meu coração.

Triste a balada seguia.
Ermo era meu Panteão,
Deuses falidos, anjos caidos.
Nem esperança germinava nesse chão.

Meu céu era ausente de astros,
Meu mar seguia triste sem o azul
Dêmonios seguiam e caçavam meus rastros
Sem rumo me achava. Nem norte nem sul.

Canto.Ainda que a canção seja dolente
Rio.Ainda a armagura seja sem fim.
Cavaleiro, sem aurea do valente
Nem encanto das Pricesas, que ja não moram em mim

As cinco mais

quinta-feira, 27 de abril de 2006


Alguém ai conhece o livro Alta Fidelidade, de Nick HornBy? Bem resumindo ela fala da vida de um cara que começa fazer uma releitura de sua vida após tomar um chute da namorada.
Esse mesmo cara tem uma mania que chega a ser um pouco chata, a de comparar a própria vida em uma lista de “cinco mais alguma coisa”: musicas, filmes, namoradas...
Posso dizer que estou com a síndrome de Rob Fleming (o cara do livro), pois vez ou outra me pego fazendo uma lista das cinco mais qualquer coisa, mas como sou chato e utilizo o lado negro da força, faço agora das cinco piores alguma coisa:

Cinco piores programas televisivos:
Zorra Total (programa de terror... sic que dizer humor de quinta categoria, onde quase todos as “comediantes” poderiam figurar facilmente em algum filme pornô de banca de jornal)
A Praça é nossa (Idem com uma nota: os estrangeiros que querem aprender o português poderiam assisti-lo, pois assim aprenderiam o significado das palavras decadência, patético e derrocada).
Malhação (Alguém ai pode me dizer porque ainda chamam essa fábrica de atores ruins, salvo algumas exceções, de Malhação?)
Novelas em geral (sem comentários)
Superpop (programa que prova que na tv o importante é ter beleza e não talento, ou alguém acha que a Lucina é algo mais além de um belo corpo desprovido do dom de dizer algo coerente).

Obs. Claro faltou muita gente de peso nesta lista, como o Gilberto Barros, mas me perdoem a lista é curta mesmo.

Cinco piores músicas de todos os tempos:
“Festa no AP” (Difícil dizer o quanto essa merda é ruim e o quanto é triste ver as pessoas cantando essa obra prima da falta de talento mundial, mais uma prova que visão critica é um item raro).
“Minha Eguinha potoco???” (precisa comentar?)
Sandy e Junior todas (O cara é um bom instrumentista a garota canta bem, mas convenhamos, as composições são tão ruins que fariam o Sadam chorar de tristeza. Eles pagam alguém pra escreverem aquelas letras?!?!?!?!?!?!?).
“Cansei de ser sexy” (droga eu queria escrever alguma coisa sobre essa aqui, mas quando eu penso nessa música eu começo a ter espasmos de .... há!! Não!!! Rrrr... drog..).
Charlei Brow Junior (qualquer uma, nem vou ser especifico, apesar de que o que mata aquela banda é o vocalista, os outros até que são bons.).

Obs. Notaram que nessa lista só tem “artistas” nacionais, depois me acusam de não ser patriota pode?

Bem por enquanto é só, na verdade cansei de escrever mas ainda vou fazer um lista dos cincos piores filmes, livros e quadrinho (esse ultimo vai ser difícil), aceito sugestões

Wilde

sábado, 22 de abril de 2006


"Viver é a coisa mais rara no mundo. A maioria das pessoas apenas existe".

Essa é uma das frases maravilhosas de Oscar Wilde, um homem, que pra mim, soube decifrar a superficialidade humana, e viver além dela.
E ela contém tanta verdade que chega ser absurdo.
Quantos de nos vive realmente e deixa de lado as questões menores, como a forma como somos vistos pelos outros?
Faço quase tudo aquilo que gosto, só pra correr risco de viver, pois há muito tempo me cansei de existir. Não quero ser bem visto pelos outros porque isso implica em me anular e me anular é tudo que não me permito.
Viver às vezes significa flertar com a morte, mas tudo que é ruim nesta existência tem um preço, na vida não seria diferente.
Eu dou risada, canto, bebo até dizer chega, vejo meus amigos beberem até dizerem chega, me machuco, por vezes machuco alguém, me deito em camas desconhecidas, ofereço minha cama pra desconhecidas deitarem, tenho medo, principalmente do amor, passo noites em claro em conversas filosóficas com amigos que nunca chegam a lugar nenhum, bebo.
Mas o mais importante; faço tudo isso pra no final das contas poder dizer que fui um pouco além da existência.
Foda-se os que ficam no baile de mascaras.

Pensamentos

sexta-feira, 21 de abril de 2006


Ultimamente tenho pensado bastante nos rumos de minha própia vida, e quando fazemos isso acabamos por jogar luz em vários detalhes, antes abscurecidos pela indiferença ou por outro motivo qualquer.
Não sou uma pessoa de frescuras, apesar de gostar de poesias, enfrento as minhas neuras com a cabeça erguida, mas nestes tempos esta bastante difícil suportar. Lógico tenho os meus refúgios, quando não em minha própria cabeça, então com meus amigos.
São tempos de tormentas e eu não consigo ver as coisas com clareza á minha frente.
As vezes nos perguntamos: Viver pra quantas?

A fronteira final

quinta-feira, 13 de abril de 2006

Eu fui até onde nenhum outro homem foi antes ou melhor onde poucos homens se aventuraram.
Eu fui até a lavanderia!
E pasmem eu usei o tanque.
Muitos podem pensar que é uma tarefa fácil, afinal de contas eu so lavei uma par de meias, mas se enganam aqueles que acham isso, pois não foi.
Eu estou acostumado a enfrentar desafios, pois costumo compilar Kernel's e me envolver com todo tipo de tarefa com o liniux, mas nada havia me preparado para aquilo.
Primeiro porque a lavanderia pode ser um local bastante hostil para aqueles que não a conhecem bem, coisa que é o meu caso, é o tanque pode ser um instrumento de tortura quando voçe não sabe lidar com ele.
Mas em campo inimigo eu tinha uma tarefa a resolver e não iria desistir, as meias teriam que sair limpas daquele local úmido.
Minhas armas eram um sabão, daqueles em pó e uma agua fria.
No começo a meia resistiu a minhas investida com a escova então tiver que apelar, joguei o dobro de sabão e molhei com o dobro de agua, ninguém aguentaria tamanho ataque.
Mas houve um problema em minha estratégia, uma das meias começou a desfiar provando que sua qualidade não era muito boa por isso eu tive que diminuir a força, mas para compensar eu usei mais sabão. O problema foi que demorou pra enxaguar já que o excesso de sabão teimou em ficar na meia mas no final eu venci essa batalha.
Fiz isso com ambas e após 8 minutos meu trabalho tinha acabado então pude deixar aquele território conhecido como lavanderia pra traz e envergando minhas meias levei-as pra secar dentro do banheiro uma vez que a merda do sol fode minhas roupas.
Moral da historia: fique longe do tanque se voçe não quiser se molhar todo e passar raiva, da próxima vez vou usar o taque elétrico e depois conto como foi.

 
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