A Semente

terça-feira, 17 de junho de 2008

Por esses dias estivemos eu e um amigo discutindo acerca do nome que eu daria a meu filho.
Muitas nomes foram soltos entre risadas, copos e o violão e um ar de paternidade me pegou, assim desse jeito, meio sem avisar.
Havia recebido a notícia de que seria pai há dois dias e já estava naquele clima, de jardineiro e sua semente.
Ela me guardou essa semente um mês e duas semanas antes, antes que meu coração pudesse vacilar ao som de suas palavras.
" Amor... estou grávida".
E como vacilou.
E tudo que consegui fazer foi levar minha mão ao seu ventre.
Uma nova história tinha casa ali.

Mas voltando aos nomes alguém disse que era interessante eu colocar o nome de uma pessoa que considerasse meu herói.
Entre risos disse que não daria certo meus herois eram o Jaspion, Jet li, Bruce Lee, Luke Skywalker, Darth Mal... claro tinha outros como Luther King mas...

Infelizmente hoje eu soube que eu não poderia dar nenhum desses nomes a ele (não que quisesse realmente) é que a minha alegria passou como um vento bom, que nem nos dá chance de se acostumar e já se vai, mas que já, assim como é, faz falta.

Minha doce criança se foi antes de vir, num capricho da natureza, nem sempre bondoza. Não que precisasse ser...

Adeus filho. Força Adriana. Te amo.

Barrados no Shopping

segunda-feira, 9 de junho de 2008


Desculpem, mas essa sexta não pude escrever os causos do menino que crescia por problemas pessoais, mas nesta sexta vai ter mais.




Adoro cinema. Adoro o cheiro local, o clima ansioso das pessoas para assistirem ao filme, a sala escura, os burburinhos e até mesmo o canhoto do ticket que te entregam ao entrar na sala.
Não foi diferente nesse último sábado quando resolvi assistir o quarto filme de uma das minhas trilogias preferidas o Indiana Jones. Estava aproveitando todas aquelas sensações e quem apontasse seu olhar curioso para a parte de cima das fileiras estofadas do cinema e me visse sorrindo e aproveitando todo aquele ar não acreditaria a aventura que foi estar ali. Explico:

No Cinemark a empresa do melhor complexo de cinema aqui de Guarulhos emprega uma lei cruel em suas dependências: A lei da fome.
Essa lei diz que você só pode comprar e entrar com comida que seja vendida por eles, tudo o que for de fora fica pra fora. Pois bem essa lei se torna mais cruel quando resolvo dar uma olhada para o menu variadissimo de guloseimas do ambiente e percebo logo de cara que vou precisar vender a meu corpo pra comprar uma garrafa de água que seja.
Eu só via uma saída para aquela situação, naquela tarde eu iria infligir a lei.

O plano era simples e parecia bom, esse complexo de cinema fica dentro de um shopping e todo shopping tem um mercado, iríamos até ele compraríamos o maior número de coisas e doces e balas que pudéssemos esvaziaríamos os bolsos e bolsas e colocaríamos os produtos contrabandeados neles e entraríamos ilesos.

Dada as diretrizes rumos para execução do plano e a primeira parte foi simples a não ser na parte da fila do mercado, estava gigantesca e pelos olhares nervosos daquela gente acho que grande parte daquele pessoal teve a mesma idéia que eu, malditos contraventores.
Terminada a tortura da fila era hora de esvaziarmos os bolsos. Tudo que era superfalo deveria ser jogado fora para dar lugar a mercadoria. No meu caso foi simples só tive que me desfazer de um monte de papel inútil e foi assim um a um a não ser com minha maior cúmplice: Adriana banana que também chamo de amor, coração, paixão, anjo, bem essas coisas.
Sua bolsa tinha muitas coisas e no entendimento dela não era nada superfulas, na verdade é um enigma como uma bolsa tão pequena pode comportar tanta coisa, dali saia de tudo, desde toda a parafernália feminina como batom, lápis e absorvente até pilhas incrível. A bolsa da mulher é um mundo à parte. Depois de alguma discussão demos um jeito, claro não conseguimos fazer com que ela jogasse nada fora, mas ela arrumou uma maneira que conseguir enfiar mais alguma coisa lá (não me pergunte como).
Terminada esse processo já era hora de testarmos nosso plano e fazer frente ao nosso maior inimigo: O Bilheteiro.

Fui na frente confiante, pois tinha que passar segurança para meus parceiros, um pouco mais atrás de mim estava Adriana Banana, cuja mão trêmula pregada a minha dava o tom do nervosismo que ela estava. Outros do bando vinham mais atrás com alguns quilos a mais pregados nos bolsos do casaco. Chegamos a frente do cinema olhei pra trás e firme disse vamos e dei um passo quando senti um forte puxão olhei pra trás e ouvi a Adriana dizer:

- Má (ta certo, isso não é apelido para um mafioso mas ela já ta acostumada a me chamar assim) tem certeza que eles não revistar agente?
- Claro que não, isso ai é um cinema não é a alfândega é só agirmos naturalmente.

Dito isso eu imaginei o que aconteceria se eles tivessem empregado cães farejadores de guloseimas, teríamos que correr daquelas feras mas com todo o peso extra que estávamos levando ficaríamos mais lentos do que já somos mesmo então estas bestas pulariam em cima de nós estraçalhando nossas vestes e trazendo a luz da lei a prova do nosso crime. Nos jornais matinais a manchete:
“GRUPO DE GAROTOS SÃO PRESOS AO TENTAREM CONTRABANDEAR COMIDA PARA O CINEMA. POLICIA ACREDITA SER O MAIOR BANDO DO PAÍS”.

Deixei esse pensamento de lado, pois era bem capaz de o meu grupo acreditar nessa besteira.
Puxei eles para a fila para entregarmos o ticket e ali foi que o desastre aconteceu.
Já tinha entregado o meu olhando fundo nos olhos do bilheteiro (droga ficou meio gay isso) tentando passar confiança e naturalidade ele tinha comprado minha atuação pois mandara eu passar e foi assim um a um quando o ultimo de nós enfia sua mão suada no bolso do casaco para puxar o bilhete e junto com ele cai um saquinho de bala.
Nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaooooooooooooooooooo!!! Olhamos um na cara do outro e ao redor ao mesmo tempo tentando encontrar um ponto de fuga algo que pudesse nos tirar dali rápido. Mas claro não deixaria ninguém pra trás essa era a leia dos bandidos.
Olhei para meu companheiro que fez a merda toda para ir em sua defesa quando vejo ele se abaixar pegar o saquinho, entregar o bilhete ao bilheteiro que diz firme:
- Bom filme senhor.
- Brigado.

Hahahahahahah foi o som ouvido quando ele se juntou a nos. Tanto barulho por nada.
Assim rumamos pra sala escura para ver mais uma aventura do fabuloso Indy.

Até.

Homem da casa

quarta-feira, 4 de junho de 2008


Tudo bem mulheres vocês sempre tiveram razão, nos homens somos um pouquinho desleixados eu confesso.
Anos e anos e eu só tive esse entendimento agora que olho ao redor do meu quarto e vejo um prato lutando bravamente com uns dois copos pelo espaço na cômoda e apesar de ser dois contra um o prato está levando vantagem pois um copo esta prestes a cair.
Mais ao lado algumas revistas se espalham pelo chão em uma tentativa clara de inibir qualquer pessoa de passar pelo meio do caminho que dá acesso ao quarto inteiro. Mais a frente eu vejo algumas roupas limpas atrais do que deveria ser um guarda-roupas.
Alguns seres visíveis somente a noite zombam da minha comida porque ela parece intacta em cima de minha estante depois de todos esses dias. Será que minha comida não é boa o bastante pra esses vermes?

Penso, porra essa não foi a educação que minha mãe me deu. Na verdade ela me deu tão bons exemplos, sempre que eu deixava meus brinquedos dentro do prato de comida esquecido na sala ela me mostrava que não era certo e pegava(tá certo as vezes eu não estava pra ver ela fazer, acho que foi por isso que eu não aprendi direito).

Tenho que ter aquele pensamento cristão e miserável de que minha mãe não vai estar pra sempre ao meu lado. Quando isso acontecer estarei eu casado? Estarei eu regenerado? Estarei eu .... casado?

Vendo tudo isso hoje digo estar arrependido. Estou profundamente arrependido de ter por anos impedido que minha mãe limpasse meu quarto.
E agora o que me resta e dar o braço a torcer, estender as mangas da camisa pegar na mão da minha mãe e dizer: desculpa pode limpar às quartas-feiras.

:)

Cinco coisas que gostaria de espancar

domingo, 1 de junho de 2008

Obrigado por fumar

Recebi esse meme do blog I Said Goddamn! do Fernando Gomes sobre cinco coisas que gostaria de descer porrada. Bem deixar só eu por as luvas... vamos lá!

“Cinco coisas/pessoas que você gostaria de espancar”.

1° A Telefônica empresa de telefonia aqui de São Paulo.
Tarifas altíssimas, atendimento precário, taxas abusivas e telefonemas a cobrar(tá certo esse ultimo eles não tem culpa)

2° Programas de humor na televisão.
Porra, vocês já viram coisas mais sem graça que Zorra Total, Praça é Nossa e alguns variantes, juro eu choro de tristeza, deve ser algum tipo de humor negro que não entendo. Tenho que dizer tem algumas exceções, como A Grande Familia e Toma lá da Cá.

3º Propagandas de cervejas.
Ou deveriam se chamar propaganda de bikini. Acredito que se houvesse propaganda de puteiros na televisão não teriam tantas mulheres semi nuas assim. Tirando a mensagem idiota de que bebendo tal cerveja sua vida vai ficar bem melhor. Todos os porres que tomem me deixaram mal.

4° Voto obrigatório.
Democracia se faz com opções não com obrigação nem com aliciamento. Quando esse pais terá um demcracia de fato?

5º Modismo.
Dane-se o modismo, viva a liberdade de comportamento.

Bem estão ai. E como manda o mestre passo esse meme para mais cinco blogs:


Dos crimes bordados e vaidades
TyllerBazz
De uma leveza insustentável
Hudsay
lettres-du-monde

Causo do menino que crescia: Eu te amo

sexta-feira, 30 de maio de 2008


É natural que nós homens reclamemos das dificuldades em uma relação, mas verdade seja dita, trazemos tudo isso como um troféu a ser erguido no roll de memórias e mostrado entre um copo e outra numa roda de amigos.

Ciúmes, briguinhas, escapadas, sexo na mesa da cozinha tudo isso marca e dependendo de como for, orgulha um homem. Mas o top-top das marcas de guerra no campo da conquista são as enrascadas em que nos metemos pra ter uma mulher ao nosso lado. Explico:

16 anos e toda uma vida pela frente, mas do que me valia se não pudesse te-la?
Havia coisa de um mês agente se encontrava às tardes para os costumeiros passeios e beijos de língua. Mas algo de estranho estava acontecendo! Tinha vontade cada vez maior de vê-la e aquelas tardes se tornavam insuficientes e pequenas de mais para o que sentia. E o que eu sentia? Dessa vez era mais que tesão.

20:30 de uma noite de sexta. Precisa dizer a ela o que... bem o que eu precisava fazer. Telefone:
- Alô! hãa oi anjo!
- Oi Má.
- Preciso te ver. Quero te dizer uma coisa.
- Agora? Minha mãe não vai deixar eu sair e além do mais acho que vai chover.
- Vamos dar um jeito tem que ser hoje. Que tal no seu quintal, perto do jardim?
- Bem só se for, mas vai ter que pular aquele murinho sem fazer muito barulho.
- Não tem problema, já to indo.
- Beijo, gatinho (:) ela me chamava assim)
- Beijo, linda!

Estava âncioso e o tempo mudava, ia chover. Apertei o passo. Logo depois da subida avistei o portão da casa do meu anjinho e mais a direita o murinho que tinha que pular e espera-la.
Era fácil e já tinha feitos umas duas vezes antes. Sem novidade, pé direito no buraco e depois... Bem depois como que por extinto que acomete os amantes noturnos resolvo dar uma última olhadinha pra rua antes de me arremessar pra dentro e o que vejo me deixa um tanto confuso e amedrontado. Era um carro da policia que vinha em minha direção.

Puta que pariu eu pensei! Se me vêem pulando acham que é ladrão e vão verificar na casa ou na melhor das hipóteses me metralham e deixam meu corpo lá jorrando sangue pra depois descobrirem que morri por uma mulher(dramático, não?).
Bem nenhum dos dois estava nos meus planos pra aquela noite. Então percebi que tinha tomado a atitude mais burra de minha vida até então porque logo que pus os pés no chão ouço o barulho do carro vindo em minha direção e logo o que faço? Tomo a segunda atitude mais burra até então: eu corro.

Imaginem a jumentisse! Imaginaram? Então parem de rir pra eu continuar.
Minha sorte era que eu conhecia a área e logo a frente ao lado da casa dela havia um tipo de alameda que lógico o carro não passaria e na saída dessa alameda uma rua com vários terrenos vazios. Me embrenhei em um deles, o que tinha mais mato e o que o meu desespero deixou eu escolher e fiquei ali. E como não iria querer encontrar aquele carro da policia tão cedo decidir que iria ficar ali por uns 30 minutos. Não era tão ruim... claro até que começou a chover.
Vou dizer pra vocês, mato e chuva não combinam!

30 minutos depois mais ou menos a chuva piora e resolvo voltar. Nem ao menos passei pela casa dela, estava traumatizado.
Chego em casa e ainda molhado ligo pra ela:
-Oi linda!
-Porque não veio?
-Hãaa... é que... choveu quando estava saindo acabei desistindo.
-Pena fiquei te esperando estava curiosa. Me diz o que ia dizer.
-Bem... nada de mais só ia dizer que acho que eu... bem... te amo!

Esse meu caso durou mais 4 meses. Foi curto mas foi bom.

Até a próximo causo do menino que crescia.

O segredo de Jonas

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Controle de natalidade
m.sarge


Jonas sempre levara a alcunha de degenerado, perdido, vagabundo e boêmio e enfrentava todas essas críticas que cuspiam em sua cara com uma simples frase:

Ame-me do jeito que eu sou ou pelo menos aceite meu dinheiro.

E a ria acompanhado de seus iguais de mesa e farra.
Apesar dos olhares tortos ele de certa forma era invejado, como podia, perguntava os demais, um homem que bebia por prazer, fumava por prazer e transava por prazer ser tão querido pelos que o rodeavam e ainda por cima conseguir chegar aos 30 anos sem ao menos uma doencinha mais grave.
Quando alguns desses comentários chegavam ao seus ouvidos em uma reunião de amigos qualquer ele solenemente se levantava, erguia com pompa seu copo e dizia:

Pois bem, direi o segredo da vida, mas ouça bem só direi uma unica vez, o grande segredo da vida é o prazer. Se lhe apraz bem lhe fará.

E assim ia sua vida até aquela noite em que um sonho mau veio lhe visitar. Esse mau sonho iria lhe transformar a vida a tal ponto de não ser o mesmo Jonas que todos gostavam ou desprezavam. Nunca soubemos com o que de fato Jonas sonhou, pois sempre se negou a falar, mas as conseqüências foram vistas.

Deixara as bebidas e com certa dificuldade o fumo. Vinha do serviço pra casa e não mais se reunia com seus amigos para um carteado ou mesmo pra jogar conversa fora.
Resolvera mais tarde não mais comer carne, como que por indução hipnótica simplesmente só comia vegetais nada animal.
Levava essa vida há um mês.
Certa noite depois que saia da igreja (sim começou freqüentar um desses lugares)foi indagado por uma amigo que passava e estava preocupado com as mudanças repentinas em Jonas:

- O que acontece Jonas porque está agindo dessa forma?
- Porque foi avisado atráves de um sonho que levava uma vida de excessos e nada condizente com o que esperam de nós. Eu fumava, bebia e me entupia de gordura. Sabe com quantos anos eu viveria levando essa vida?
- Não faço idéia. Mas é agora vai ver por quantos anos?
- Também não sei mas certamente pelo que parece bem mais que você.

Ao dizer isso se despediu de seu velho amigo com um sorriso, tão caloroso como costumava ser nos velhos tempos, virou as costas atravessou a rua e morreu atropelado por um carro que vinha mais rápido.

Jonas morreu ao abrir mão do grande segredo da vida.

Bono e a vida de casado

terça-feira, 27 de maio de 2008

o incorrigível

Mentira!! Eu não tenho uma visão tão pessimista assim do casamento. Na verdade existe muitos momentos bons,como quando está os dois estão trabalhando e nenhum vai pegar no pé do outro.

Claro que um casamento não é igual para homens e mulheres. Elas ganham muito mais com isso. Ganham filhos, ganham peso e uma vida estimulante no fogão.

No caso dos homens só há perdas. Perdemos as outras, o cabelo e a liberdade.

Mas é serio! Para sermos felizes no casamento só precisamos de 3 coisas. Um homem, uma mulher e uma garrafa.
Até mais

Quem vê Orkut não vê coração

segunda-feira, 26 de maio de 2008


Esses dias me peguei pensando no Orkut. Na verdade o que me intriga realmente é a relação que seus usuários têm com essa coisa.
Usuários do Orkut se transformaram em xiitas mal amados, prontos a defenderem seus territórios-perfil de qualquer invasor. E eu burro do jeito que sou imaginava exatamente o contrário que aquilo era pra atrair partidários para junto do seu ego orkulistico. Explico:

É comum você encontrar como descrição pessoal algo assim:
"Quem sou" : sou egoísta, chato, dificilmente vai gostar das coisas que digo eu penso, se ainda quer me add tudo bem se não gostou de mim cai fora.
A menos que você seja um soldado israelita ou um simpatizante do Hittler vai ser complicado simpatizar com alguém assim. E se alguém não quer ser muito aberto a amizades porque faria um perfil no orkut?

Imaginava que as pessoas estreitariam mais suas relações com a chegada desse site, mas a tentativa pode ser mais complicada que parece.
Primeiro para que alguém se interesse por você a ponto de deixar alguns elogios em seu scrap você tem que estar disposto a algumas coisas, tais como, dizer algo sobre você, listar alguns de seus interesses e por suas melhores fotos para bancar uma de modelo(no caso de alguns colocar as menos piores).Acontece que muitas vezes não vemos a foto da pessoa que nos interessou lá no perfil de entrada,(logo pensamos, ou é feia eu é feia e ainda louca) depois ela listas seus interesses de forma tão detalhada que parece que estamos lendo Guerra e Paz e na metade caímos no sono e quando vamos dar uma olhada no álbum do dito cujo esta devidamente trancado, ou seja ela conseguiu se isolar e ser a pessoa reclusa e chata da festa.
Mas acontece que nosso senso gregário fala mais alto e insistimos com a idéia besta de entrar em contato com aquele mala e olhando mais pro lado vemo algo escrito:

"Fotos so pelo msn"

Você, guerreiro do Orkut, abre um sorriso e procura o endereço do msn da pessoa, então vê mais abaixo escrito:

"Msn só pra amigos"

É um caminho complicado esse de fazer amigos pelo Orkut por isso mesmo prefiro a moda antiga, sair, beber e tentar me dar bem rrsrsr.

P.s Ja se depararam com alguém que deixou um recado no seu scrap perguntando quem você é só porque você ja passou no perfil dela??
É o cúmulo da carência rsrs

link pra tirinha click aqui

A saga dos incorrígiveis

domingo, 25 de maio de 2008


O dia estava bonito. Sai de casa e respirei o mais fundo que podia a fuligem que os cientistas insistem em chamar de ar. Tudo bem sentia que aquele dia seria um dia diferente pra mim. Andei alguns metros e encontrei uma amigo que me disse:
-Vamos beber seu merda?
Eu pensei: Caramba! Beber? Bebidas causa acidentes no trânsito, te torna violento e ainda faz você pensar que é um filosofo enquanto diz um monte de bobagem incongruente. Então eu disse:
- Claro não tenho nada mais saudavel pra fazer mesmo.

Então andamos mais alguns metros e chegamos o templo mor dos verdadeiros homens, no lugar onde os instintos dos nossos velhos ancestrais são revividos e respeitados tais como o instinto de selvageria, o de gritaria, o de chingaria e o de brigaria fora claro o de companheirismo parasita. Chegamos ao Bar.

Escolhemos uma mesa e começamos a beber. Dado momento meu amigo como que precisando de uma ajuda me olhou com os olhos já surrados pela bebida e disse:

-Cara! Vou parar de fumar!
Sim ele precisava de mim. Precisava que eu o apoiasse nessa sua decisão, que lhe dissesse que estava orgulhoso e que era a melhor coisa das bobagens que ele fala que se aproveitava. ENtão soltei:
- KKKKKKKK!!! Você bebe igual a um selvagem no deserto, dirige como uma mulher com bronca do marido e me diz que está com medo de morrer do cigarro? KKKKKKKk
- Porque você diz isso? Acha que então eu deveria só largar a bebida?
- Não. Eu acho que deveria largar a bebida, largar o cigarro e viver mais comedidamente.É isso.
- E qual é a graça de viver assim? ele perguntou.
- Juro que não sei, mas estava tentado te induzir pra ver se achava a resposta se eu não gostasse o problema iria ser só seu mesmo rssrsr.
-Filha da puta eu quase acreditei em você. Só pro essa você paga a próxima.

Viu? É o que dá quando tentamos ajudar um amigo.

Causo do menino que crescia

sexta-feira, 23 de maio de 2008


Eu queria amar a mesma mulher o resto da vida e as outras o resto da noite.

Mas a noite para os amantes pode ser bem perigosa. Explico:

Ela era linda, cheirosa, elegante, meiga e eu tinha 15 anos ou seja apesar de todas essas qualidades o que mais queira era come-la. Depois de algumas semanas de beijos e mão bobas o meu objetivo tinha hora e local marcado: minha casa cerca das 9 horas.

Ela chegou, tímida mas decidida, com um sorriso que devorava minha alma e perturbava minha libido. Que anjo e era só minha rs!
Depois de uns minutos de conversa no escuro da garagem fomos para o que interessava(ou o que me interessava) carícias mais fortes fizeram com que minhas calças fossem ao chão e meses de desejo reprimido por um cubículo chamado banheiro dava lugar a realização de um garoto que logo seria um Homem. Foi quando ouvi um gritinho vindo do fundo da garganta dela e eu com as calças na mão olhei para o lado e encarei minha mãe.

Você sabe o quanto é humilhante ser pego de calças na mão pela sua proporia mãe? E sabe o quanto é frustrante sabendo que de todos os momentos aquele era o mais errado?

O pior foi que minha mãe pediu pra ela ir embora( que??????????/) e disse pra ter cuidado comigo pra não acreditar em tudo que eu dizia(???). Da pra entender porque uma mãe faria isso com o próprio filho?

Tenho traumas, sempre quando tiro as calças eu lembro desse dia rsrs.

Não ria por favor.

Os malvados click aqui

 
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