Ideologias e ideologos

quarta-feira, 21 de maio de 2008



"Ideologia eu quero uma pra viver". Mas já vou avisando eu não tenho dinheiro pra comprar.
Penso que antes,muito muito tempo antes, quando minha vô era criança tinhamos fortes ideais enraizados na moral e nos bons costumes, como trabalhar, ter esposa e cuidar dos filhos. Hoje só mudou alguns detalhes, agora queremos em emprego, comer a esposa de alguém e mandar as nossas cuidar dos filhos.

Nos tempos de hoje parece não fazer sentido ter uma causa. Mas faz muito sentido ter uma calça. Claro se ela estiver bem apertada junto com um funk vai ter dar uns 8 minutos de fama no youtube.

Tenho um conhecido aqui na minha rua,um garoto de 16 anos, e não sei se pela idade mas demonstra não conhecer nada de valores. Ele me disse que não vê a hora de ter um carro só pra poder comer o maior número de meninas possível. Se entendesse de valores compraria uma moto que surge o mesmo efeito e ainda é mais barata.


Repararam como a ética nos tempos de hoje não existe mais, é uma vergonha. Por exemplo no caso do Ronaldinho. Não estou condenando ele por sair com prostitutas ou travestis ( hahahaha apesar que travesti é doze)na verdade venho em defesa dele, quem agiu sem ética foram as três mulheres de trombeta, quiseram ferrar ele duas vezes. Uma com seus instrumentos de trabalho e outra com extorsão. Duas uma atrás da outra.

Ainda quero uma ideologia mas prometo o meu caráter não é moeda de troca :)

Quem quiser saber sobre os malvados a tirinha ai de cima entra aqui www.malvados.com.br vale a pena.

Você não viu na tv!

terça-feira, 20 de maio de 2008

O caso do menino que crescia

sexta-feira, 16 de maio de 2008


É interessante como nossa percepção de mundo muda conforme os séculos andam ou no meu caso conforme os anos passam. Digo isso justamente pela minha e (talvez de quase todo homem) relação com as mulheres. Explico.

Quando somos apenas garotinhos marrentos temos uma visão mais doce e dependente das mulheres. Sim, porque as mulheres mais próximas da gente são nossas mães e avós ( e irmãs só que essas agente nunca conta) e essas nos protegem e nos dão carinho, brinquedos e doces e o nosso mundo está perfeito.

Então crescemos. E com isso cresce nossa percepção. E o que nos percebemos?
Percebemos as saias mais curtas, as barrigas nuas no verão e as blusas despontando em saliências pontudas. Ai nossas mães e avós meio que ficam desinteressantes ( irmãs não, porque essas sempre foram mesmo).

Ai que começa a grande batalha e uma relação com o sexo oposto que era perfeita vira um drama e até comédia (no meu caso).

Se você acha que é exagero meu então das 3 uma:

1º Ou você nunca foi um adolescênte de 14 anos tentando por as mão em um seio (nem era nos dois,notem)
2° Ou você é uma mulher e nunca se interessou em colocar as mão nos seios que não fossem seus.
3° Ou você é gay e as garotas nunca ligaram em deixar você colocar as mão nos seios delas (caramba! Boa tática rsrs)

E essas experiências na adolescência nos transforma para o resto da vida.
Sabe qual era a grande questão que eu tinha quando era um pequeno punheteiro de 14 anos? Era saber como que eu ia fazer para alcançar o interior das saias sendo que os seios que estavam 70% amostra eu não conseguia.
Isso me incomodava.Era uma questão que eu tinha que resolver.
Não ria.

O mais interessante que depois que percebemos a existência das mulheres nesse mundo( e isso se dá na adolescência)as perseguimos para o resto da vida. Digo mais os homens praticamente vivem em função das mulheres.
Ou vocês acham que o fato de as boates deixarem as mulheres entrarem na faixa é porque o dono é cavalheiro. É porque vai um monte de marmanjo no encalço, claro hihihi!

Eu não sou religioso mas se deus fez mesmo a mulher foi pra que agente nunca supere ele em sarcasmo rsrsr.

Por isso toda sexta feira eu vou contar um causo envolvendo eu e minhas confusões com esses doçes seres.

Até lá

CÚ-BA

terça-feira, 13 de maio de 2008

Recebi um e-mail interessante de uma amigo meu vou cola-lo ai a baixo:


Participação na Rádio.

Aconteceu realmente na rádio TUPI FM 104,1 em São Paulo:

Locutor: - Quem fala?

Ouvinte: - É o Vicente.

Locutor: - De onde, Vicente?

Ouvinte: - Lapa!

Locutor: - Olha aí, Vicente da Lapa! Valendo o kit com camiseta e CD do Edson e Hudson. Preste atenção! Qual é o país que tem duas sílabas e se pode comer uma delas? Prestou bem atenção? Há um país com 2 sílabas e 1 delas é muito boa para se comer. Dez segundos para responder...

Ouvinte: - CU - BA!

Locutor: (mudo por alguns segundos e algumas risadas ao fundo)

- Ta certo, senhor Vicente! Vai levar o prêmio pela criatividade. Mas aqui
na minha ficha estava escrito JA - PÃO.



Fico pensando na visão que esse cara deve ter de Cuba. Ele deve imaginar que é um país muito fudido.
Na escola, nas aulas de geografia em quanto todo os amiguinhos dele folheava uma playboy escondida estava ele lá, sorrateiramente olhando para o mapa de Cuba... doce Cuba.
-Professora posso ir ao banheiro?
-Pode sim.
-Brigado.
-Mas Onã, você vai levar o mapa mundi?
- hãããã~... éee ... que acabou o papel.

É nunca tinha visto Cuba por esse lado.

TG

domingo, 11 de maio de 2008

Uma amiga minha a TG me deu uma ótima sugestão para o restaurante que quando eu me tornar mestre na cozinha eu pretendo abrir.

O slogan é " O que vale é a intenção".

Obrigado TG pelo sugestão. Se precisar comer pode pegar aquela fila do 1 real aqui de Sampa tá rsrsrsr.

Moral

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Certa vez eu vi um discurso de um funcionário da igreja católica chamado padre que tocava no assunto da moral pessoal.
Dizia ele pelo que lembro que todos somos dotados de moral e devermos mante-la sempre reta como um galho que não curva ao vento.
Dizia que os ensinamentos cristão daria a base para uma moral forte e era nosso dever sermos os guardiães da moral.

Numa boa, o conceito de moral desse cara era muito fraco, fez citações biblicas, e dizendo isso e aquilo de moral. Se ele me conhecesse saberia o que é moral e digo mais me condecoraria como o embaixador supremo da moral, acho até que ele ia me chamar de o Sr. Moral. E vou provar pra vocês por que sou o propio galho que não curva nesse assunto de moral:

1º Logo cedo quando tinha 6 anos eu fui o único da minha turminha de sacanas que te a MORAL de pular o muro de uma casa onde tinha um cachorro filho da mãe só pra pegar uma bola. Foi loucura mas tive moral
2º Com 7 anos na escola fui o unico que tive a MORAL de brigar com um cara bem mais velho por causa de uma bolacha, todos os outros moleques da minha idade correram ou fizeram cara de dó pra mim eu apanhei mas tive a moral.
3º Eu um pouco mais tarde tive a Moral de beijar a Célia em uma bricadeira e ela era muito feia, mas quem tem moral tem.
4ºNa minha rua fui o unico que teve a MORAL de descer a ladeira mais cumprida de carrinho de rollimã sem parar, resultado ralei minha perna e meus braços e apanhei da minha mãe, mas tive a moral.

Tirando outros relatos como me esconder no jardim de um menina porque o pai dela tava chegando, num frio desgraçado e mais... Então quando falarem de moral lembrem de mim. Lembrem o Márcio tem Moral.

O Terrivel Pluffffffffffffffff

Perdi minha virgindade na cozinha. Por isso me sinto a vontade pra dizer que tenho intimidade com essa parte da casa.
Me sinto tão a vontade que quando não penso em fazer sexo nela, penso realmente em cozinhar alguma coisa, por a mão na massa, esquentar a barriga no fogão mesmo, você entendeu... né?

Alguns que conheço podem sentir vontade de dar risada do que acabei de escrever, não passa na cabeça de alguns meninas que conheço que eu, em anos de treino, desenvolvi certa habilidade com as panelas. Para vocês que possam estar dando risada... hummm... podem continuar eu não ligo mesmo.

Bem esses dias resolvi praticar minha culinária fazendo um bolo simples de chocolate, para adoçar minha tarde que estava uma merda já que eu estava tomando um pau no video-game.

Fazer um bolo é uma atividade agradável, terapêutica até, que te acalma, claro não fosse por um detalhe sórdido e filho-da-puta mesmo que me fez perder toda a paciência.

Eu falo da farinha de trigo!@!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Não se enganem, a farinha de trigo não tem nada de inocente sendo por vezes a vilão da sua receita.
Vou explicar melhor: na verdade o problema todo esta em sua embalagem quando essa é de plástico. Ela não é nada prática e isso é um absurdo. Ela costuma resistir bravamente a sua tentativa de abri-la e quando você, bravo mestre cuca, investe mais e mais força na tentativa desesperada de tentar alcançar seu conteúdo... pluffff (plufffff é o som do saco rasgando e a farinha voando toda na sua cara e nos seu olhos e no chão e na mesa. Sim minha gente pluffff pra todo lado.

E vou dize uma coisa pluffff de farinha não é legal, suja muito e você tem que limpar tudo com vassoura e pano e é uma merda isso. Eu juro.

No final deu certo o bolo saiu a um custo alto, mas saiu.

Para aqueles que acham que sou desastrado, bem para esse eu dou um plufffff

Até.

A aventura de um homem ao comprar absorvente

quinta-feira, 8 de maio de 2008

A mulher é um ser muito complexo, muito mais complexo que os homens. É natural que tudo que cerca seu mundo seja igualmente complexo, certo? Certo.
Pena que eu não percebi isso antes de me aventurar a comprar um absorvente pra uma amiga minha e antes que você homem homem moderno e antenado, tão boçal e inapto como os homens antigos se aventurem em comprar um absorvente, leia isto, pode te evitar constrangimento :)

Como eu disse uma amiga havia me pedido pra eu comprar um absorvente já que eu ia no mercado e a preguiça estava dominando o corpo e a mente dela a ponto de impedi-la de me acompanhar. Como um lorde que eu sou, prontamente lhe disse que tudo bem eu ia fazer essa pra ela, segue a baixo nosso dialogo :

(amiga) - Você vai no mercado?
(eu ) - To indo sim, vai comigo?
(amiga) - Não to cansada, posso ficar aqui no pc?
(eu ) - Caramba você é uma merda mesmo mas blz, fica ai vegetando que já volto dona samambaia.
(amiga) - Aiiiii! Paraaaaaaaa (frescura de mulher nessa parte rs) já que você vai lá compra um absorvente pra mim?
(eu ) - .... .... .... .... (eu pensando porra além de não ir comigo ainda me faz de camelo) blz, pode ser qual é?
(amiga) - Sempre livre ou free (acho que era esse)

Bem, no final dessa conversa tosca rumei eu para o tão tão distante mercado e quando lá cheguei me surpreendi com a tamanha variedade de absorventes, eram tantos e de tantas marcas que imaginei que era assim porque elas tinham que usar um que combinasse com o sapato, cinto, calcinha sei lá!! Pra que tantos?
Mas o meu calvário foi não ter achado a droga do absorvente que minha amiga queria e como qualquer homem desesperado e sem paciência faria chamei a mulher que ajuda agente em uma hora dessas de tristeza e perdição.

(moça) Posso ajudar?
(eu ) Se você não puder eu juro que me mato rs.
(moça) rsrsrsr
(eu ) EU to procurando um absorvente ou free ou sempre livre tem ai?
(moça) Sim, você quer com abas ou sem?
(eu ) !!!!!!! (eu confuso) Como assim, com abas? Sei lá eu não tenho essa informação. Qual é o melhor?
(moça) Eu prefiro com abas mas tem mulher que não gosta.
(eu ) Haaaaaaaaaaaaa!! ( não ajudou porra nenhuma) então me vê com abas ela tem cara de pata mesmo minha amiga hahahahah
(moça) rsrsr com gel eu sem gel?
(eu ) Que???? Gel? Juro que não faço idéia! (gel, porra essa mulher tá me confundindo eu só quero uma absorvente) oO que você me recomenda?
(moça) Bem eu prefiro com gel, mas tem mulher que não gosta e... (blablabla blablaba, de novo não tá ajundando merda nenhuma, ela ficou falando da tecnologia envolvida no desenvolvimento do absorvente e tal e eu cada vez mais confuso)
(eu ) Blz, moça me dá o que tem gel e por favor nem me diz que tem outro tipo porque ai eu vou me sentir mais ignorante do que ja estou me sentindo e prometo pra você também que não volto mais aqui pra te chatear.
(moça) Rssrsrsrsr Tá bom toma aqui!!

Ufaaaaa! Foi um martírio, duvido que você sabia que o mundo do absorvente feminino fosse tão cheio de .... abas e gel, eu sai dali tendo a certeza que estava fazendo merda que diante de tanta coisa eu estava levando o droga do absorvente errado. Felizmente acabei acertando rsrs

Agora eu admiro mais ainda as mulheres, além de terem que se preocupar com a casa, filhos e maridos ainda tem uma questão muito delicada pra elas nesses tempos modernos: a escolha do absorvente certo, e saibam não é uma escolha fácil.

Sorte da avó delas e das bisavos, não precisavam esquentar com essas questões era só usar um pano veio qualquer e estava bom. Sorte delas e dos homens delas.

Esse é bom !

sábado, 6 de outubro de 2007







Pontoclip.com ------- Videoclipes no seu blog

sexta-feira, 4 de maio de 2007

A democratização de mídia vem em bytes.



Se eu fosse comparar o jornalismo feito hoje em dia na tv certamente acharia no Mcdonald’s uma boa referência, pois não passam de fast-food jornalísticos, com seus pratos rápidos de reportagens semi prontas, falas rápidas, entrevistados sem direito a explanação de sua retórica e que no final é muito mal digerido pelo nosso sistema.

A impressão que me dá é que diferente da proposta inicial e primordial defendida pela classe jornalística séria que é a de levar informação, tudo que conseguem na verdade é anuviar um céu já não muito limpo, confundir e alienar no pior dos casos.

Eu pergunto onde nesse processo todo entra o cidadão? Esse formato caquético e unilateral ainda responde aos anseios de um Estado dito democrático?
E é isso que se espera que a mídia seja, mas honesta em sua proposta a ponto de fato ser democrática.

Parece que uma resposta a isso vem dá internet, onde ao meu ver a relação entre noticia, repórter e publico sé dá de uma forma mais justa uma vez que a noticia pode ser aceita, desmentida, reparada enfim democratizada.

Esse formato de democracia via internet se deve muito ao meu ver ao advento dos blogs que outrora nada mais era que simples diários eletrônicos, mas que de forma surpreendente assumiu o papel de vigilantes da noticia e que, mais importante, deixa espaço para o leitor fazer sua reflexão e discutir seja com apoio ou se contrapondo a idéia passada.
Essa é a questão chave uma vez que deixamos de ser agentes passivos e manipuláveis a nos tornemos agentes receptivos-ativos. Como via de regra tudo que criado na rede não conhece fronteira é interessante constatar que uma nota publicada no Blog seja lá do Mino Carta, Paulo Henrique Amorim ou do duvidoso Olavo de Carvalho podem e provavelmente serão, comentadas nas centenas de fóruns pela internet, sejam eles específicos aos assuntos tratados nos citados Blogs, seja ele no mais famoso deles o ORKUT.
Esse acontecimento de disseminação da noticia é enriquecedora e pode demonstrar que de certa forma que nossa sociedade pode (ao poucos) fugir da dominação das grandes centros de mídia que nos atrelam, saibam ou não, aos seus anunciantes, pois dessa forma a noticia passa por muitas cabeças, e assim sendo uma sentença diferente, pontos de vistas diferentes.

Para entendermos de fato o quão importante é a democratização da mídia (que a passos curtos acontece via rede, pois nem mesmo acredito na democratização da TV como se apresenta hoje) teríamos que entender de forma racional que a mídia como se dá hoje é o bastão que apóia o braço longo dos mais fortes e como tal é sua forma de controle para os mais críticos. Para o total entendimento dessa questão sugiro uma obra do lingüista Noam Chomsky e Edward S. Herman de nome “O Consenso fabricado”.

Sou otimista. Não vejo mais futuro pra tv como ela se apresenta hoje muito em culpa da relação que desenvolvemos com a internet, mas como tudo tem dois lados devo apontar que mesmo a democracia por mim citada como exemplo na disseminação e análise da noticia por essa rede, mesmo essa não é completa.
Não poderia ser principalmente no que concerne ao Brasil, pois um conjunto de fatores emperra o seu total desenvolvimento e o maior deles é o de cunho socioeconômico.
Segundo dados do CETIC que trabalha em conjunto com o IBGE 54,3% da população nunca usou um computador, apenas 19,2% dos domicílios brasileiros possuem computadores e 66,7% nunca usaram a internet (esses dados são de 2006).
Acredito que não precise ser um gênio pra creditar esses números a baixa renda de grande parte da população, difícil acesso as redes de informação que só chegam a periferia através de projetos muitas vezes custeados por ONGs.
Sendo assim é fácil percebemos que a informação não é pra todos ou pelo menos nem todos tem acesso a ela e a democratização se dá em nichos, não de forma generalizada como deveria ser.

O caminho é longo.

 
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